segunda-feira, 12 de setembro de 2011

11 de setembro



Era pra ter sido assim
 
MAIS INFELISMENTE FOI ASSIM ↓

EM MEMORIA AS VITIMAS DO 11 DE SETEMBRO

Oração dos alunos

Que de Todos os Professores  faltem Segunda-Feira ...
 
                      
 
 Amém!
 
Vamos Fazer ESSA Corrente! 

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Xperia Play chega ao Brasil no dia 25 com jogos traduzidos

A Sony Ericsson anunciou a data de lançamento do Xperia Play no Brasil. No próximo dia 25, o pioneiro smartphone com controle físico para games e certificação Playstation aterrissa por aqui, com um acervo de pelo menos 100 jogos adaptados especialmente para o aparelho.

Baseado na versão 2.3 do Android (Gingerbread), o aparelho tem um display de 4 polegadas e é equipado com um chip Qualcomm Snapdragon, com processador Scorpion de 1GHz e GPU Adreno 205.



O smartphone ainda tem 512MB de memória RAM e uma câmera de 5 megapixels com capacidade de gravar vídeos em WVGA (800x480 pixels). Mas o grande diferencial é o gamepad com botões semelhantes ao da família Playstation, com o direcional digital, duas alavancas analógicas, quatro botões de ação, dois gatilhos e os botões “Select” e “Start”. Com isso, games projetados ou adaptados para o Xperia Play prometem uma experiência de jogo parecida com a dos consoles tradicionais.
Confira nosso hands-on do Xperia Play

Entre as empresas que estão desenvolvendo jogos para o dispositivo, estão a Electronic Arts, Gameloft e Glu Mobile. A EA, por exemplo, anunciou dois jogos da série "Need for Speed" ("Shift" e "Hot Pursuit"), além de "Dead Space". A empresa ainda promete uma versão exclusiva de "Battlefield: Bad Company 2", além de jogos a partir de R$ 4,99, com demos gratuitas.


Já a Gameloft está adaptando seus jogos já disponíveis em outras plataformas. Ao todo, atualmente, são 19 títulos para o Xperia Play, dos quais 11 estão traduzidos para o português, com preços a partir de R$5,99.

A pergunta que não quer calar é: e os jogos da primeira geração do PlayStation? Por enquanto, as notícias não são muito animadoras para o Brasil: o Xperia Play vem apenas com "Crash Bandicoot 2: Cortex Strikes Back" pré-instalado e, por enquanto, não há outras opções para comprar através da loja online. Quanto a isso, Renato Cechetti, gerente de serviços e aplicativos da Sony Ericsson no Brasil, afirmou que os usuários devem "aguardar novidades".

Além de "Crash", o smartphone virá pré-carregado com outros seis jogos, mas todos dedicados à plataforma Android: "Bruce Lee Dragon Warrior", "Asphalt 6: Adrenaline", "SIMS 3", "Star Battalion", "FIFA 2010" e "Tetris".

O hardware do Xperia Play é fabricado no Brasil, na cidade de Indaiatuba, em São Paulo. O aparelho estará disponível nas lojas de todas as operadoras e também em varejistas. O preço sugerido é de R$1.899.

Nokia muda forma de dar nome a seus celulares

Enquanto uma determinada fabricante vende apenas um modelo principal de seu celular por vezes, outras lançam duzentos aparelhos em um mesmo ano. Assim confunde a cabeça do consumidor. Sorte que a Nokia optou por mudar a forma como dá nome aos seus celulares. Já nos próximos lançamentos acaba aquela história de nomes comerciais com combinações de letras e números. Tudo será mais simples, se depender da fabricante com origem europeia.

Nokia 500
A empresa admitiu que ter um Nokia C7 e um Nokia E7 numa mesma prateleira de loja poderia trazer problemas para um potencial consumidor em busca de um aparelho novo – até mesmo eu, que vejo notícias sobre esses aparelhos diariamente, já me embananei ao usar um quando deveria escrever o nome do outro. Então acabou, nada mais de série E, série C e série N (que eu saiba, essas são as que restaram).
O primeiro celular com a nova nomenclatura, que usa apenas números, é o Nokia 500. Ele é um dos aparelhos mais baratos que a empresa já lançou, custando 150 euros (equivalente a R$ 334).
De acordo com informações fornecidas pela Nokia, os nomes dos celulares vão conter três dígitos. O primeiro deles diz respeito à faixa de preço e pode variar de 1 a 9. Num caso hipotético, o consumidor que estiver numa loja virtual e encontrar o fictício Nokia 100 ao lado do fictício Nokia 900 pode ter a certeza de que o segundo custa mais caro que o primeiro.
Além de um indicador de faixa de preço, os demais números do nome do celular terão um número exclusivo para aquele aparelho. Como se fosse o RG do celular ou smartphone – cada um terá o seu e não há qualquer chance de repetição.
“Usado constantemente com o tempo, as pessoas vão aprender o que esperar de um modelo usando seu número como referência”, a empresa escreveu em um comunicado.
Cabe lembrar que durante muito tempo a Nokia adotou os nomes de celular apenas com número. Depois passou para a combinação alfanumérica. E agora volta às suas origens. Antes tarde.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Saúde

Formado em Economia pela Universidade de Michigan, Gustavo Borges é o atleta recordista em medalhas olímpicas na história da natação no Brasil, e está entre os esportistas do século numa pesquisa realizada pela revista Isto É, em 1999.
Começou a nadar aos dez anos em Ituverava, cidade onde morou até os 15 anos. Gustavo sempre teve muita força de vontade para nadar. Às cinco horas já estava de pé para treinar, mesmo que tivesse dormido mal à noite.
Iniciou a carreira profissional a partir de 1991, nos jogos Pan-Americanos, em Cuba, quando passou a acumular grandes vitórias. Foi Medalha de prata nas Olimpíadas de Barcelona (1992) e de Atlanta (1996); Medalha de bronze nas Olimpíadas de Atlanta (1996) e de Sidney (2000).
Gustavo Borges é natural de Ribeirão Preto, São Paulo, tem 28 anos e atualmente mora em São Paulo, capital.
O atleta conta nesta entrevista que descanso e uma alimentação saudável são fatores fundamentais para conseguir bons resultados.
Como você mantém sua saúde?
Com boa alimentação, boas horas de sono e com muita hidratação. Procuro dormir oito horas por noite e descansar uma hora durante o dia. Além disso, tomo sucos de frutas antes e após os treinos.
Qual é o maior benefício da natação?
Na minha opinião, é um esporte completo que ajuda o corpo inteiro.
Pratica algum outro esporte? Qual?
Não. Amo o esporte que pratico.
Como é a dieta alimentar de um nadador?
Procuro consumir o maior número de carboidratos possível, como pães, panquecas, leite, macarrão, entre outros. Tento evitar gordura, como presunto e queijos amarelos. Como muita carne vermelha, mas estou sempre balanceando proteína e carboidrato.
Como você se prepara para um grande torneio?
Com treinamento específico, seguido de um bom planejamento. Mesmo em treinamentos para as Olimpíadas, os treinos educativos sempre foram prioridade para mim.
Qual é o seu lazer preferido?
Gosto de sair para jantar, ficar com a família e pegar um cinema.
Que privações que um atleta tem no dia-a-dia? É difícil se adaptar?
Como em todo trabalho, temos que nos sacrificar durante determinadas horas. A adaptação, na verdade, não é tão difícil. Só é preciso ter muita disciplina e força de vontade. Eu nunca chegaria onde cheguei se não tivesse aberto mão de certas coisas. Muitas vezes deixei de sair à noite com meus amigos porque tinha treino no dia seguinte.
Sua família sempre o apoiou?
Desde quando comecei, aos dez anos, tive o apoio dos meus pais.
Você acha que os pais, hoje, incentivam os filhos a praticar algum esporte?
Acho que o esporte sempre está na cabeça dos pais. Mas, é preciso que eles tenham tranqüilidade para não exagerarem na cobrança, e deixarem as crianças livres para escolherem o esporte.

Saúde

Formado em Economia pela Universidade de Michigan, Gustavo Borges é o atleta recordista em medalhas olímpicas na história da natação no Brasil, e está entre os esportistas do século numa pesquisa realizada pela revista Isto É, em 1999.
Começou a nadar aos dez anos em Ituverava, cidade onde morou até os 15 anos. Gustavo sempre teve muita força de vontade para nadar. Às cinco horas já estava de pé para treinar, mesmo que tivesse dormido mal à noite.
Iniciou a carreira profissional a partir de 1991, nos jogos Pan-Americanos, em Cuba, quando passou a acumular grandes vitórias. Foi Medalha de prata nas Olimpíadas de Barcelona (1992) e de Atlanta (1996); Medalha de bronze nas Olimpíadas de Atlanta (1996) e de Sidney (2000).
Gustavo Borges é natural de Ribeirão Preto, São Paulo, tem 28 anos e atualmente mora em São Paulo, capital.
O atleta conta nesta entrevista que descanso e uma alimentação saudável são fatores fundamentais para conseguir bons resultados.
Como você mantém sua saúde?
Com boa alimentação, boas horas de sono e com muita hidratação. Procuro dormir oito horas por noite e descansar uma hora durante o dia. Além disso, tomo sucos de frutas antes e após os treinos.
Qual é o maior benefício da natação?
Na minha opinião, é um esporte completo que ajuda o corpo inteiro.
Pratica algum outro esporte? Qual?
Não. Amo o esporte que pratico.
Como é a dieta alimentar de um nadador?
Procuro consumir o maior número de carboidratos possível, como pães, panquecas, leite, macarrão, entre outros. Tento evitar gordura, como presunto e queijos amarelos. Como muita carne vermelha, mas estou sempre balanceando proteína e carboidrato.
Como você se prepara para um grande torneio?
Com treinamento específico, seguido de um bom planejamento. Mesmo em treinamentos para as Olimpíadas, os treinos educativos sempre foram prioridade para mim.
Qual é o seu lazer preferido?
Gosto de sair para jantar, ficar com a família e pegar um cinema.
Que privações que um atleta tem no dia-a-dia? É difícil se adaptar?
Como em todo trabalho, temos que nos sacrificar durante determinadas horas. A adaptação, na verdade, não é tão difícil. Só é preciso ter muita disciplina e força de vontade. Eu nunca chegaria onde cheguei se não tivesse aberto mão de certas coisas. Muitas vezes deixei de sair à noite com meus amigos porque tinha treino no dia seguinte.
Sua família sempre o apoiou?
Desde quando comecei, aos dez anos, tive o apoio dos meus pais.
Você acha que os pais, hoje, incentivam os filhos a praticar algum esporte?
Acho que o esporte sempre está na cabeça dos pais. Mas, é preciso que eles tenham tranqüilidade para não exagerarem na cobrança, e deixarem as crianças livres para escolherem o esporte.

Saúde

Formado em Economia pela Universidade de Michigan, Gustavo Borges é o atleta recordista em medalhas olímpicas na história da natação no Brasil, e está entre os esportistas do século numa pesquisa realizada pela revista Isto É, em 1999.
Começou a nadar aos dez anos em Ituverava, cidade onde morou até os 15 anos. Gustavo sempre teve muita força de vontade para nadar. Às cinco horas já estava de pé para treinar, mesmo que tivesse dormido mal à noite.
Iniciou a carreira profissional a partir de 1991, nos jogos Pan-Americanos, em Cuba, quando passou a acumular grandes vitórias. Foi Medalha de prata nas Olimpíadas de Barcelona (1992) e de Atlanta (1996); Medalha de bronze nas Olimpíadas de Atlanta (1996) e de Sidney (2000).
Gustavo Borges é natural de Ribeirão Preto, São Paulo, tem 28 anos e atualmente mora em São Paulo, capital.
O atleta conta nesta entrevista que descanso e uma alimentação saudável são fatores fundamentais para conseguir bons resultados.
Como você mantém sua saúde?
Com boa alimentação, boas horas de sono e com muita hidratação. Procuro dormir oito horas por noite e descansar uma hora durante o dia. Além disso, tomo sucos de frutas antes e após os treinos.
Qual é o maior benefício da natação?
Na minha opinião, é um esporte completo que ajuda o corpo inteiro.
Pratica algum outro esporte? Qual?
Não. Amo o esporte que pratico.
Como é a dieta alimentar de um nadador?
Procuro consumir o maior número de carboidratos possível, como pães, panquecas, leite, macarrão, entre outros. Tento evitar gordura, como presunto e queijos amarelos. Como muita carne vermelha, mas estou sempre balanceando proteína e carboidrato.
Como você se prepara para um grande torneio?
Com treinamento específico, seguido de um bom planejamento. Mesmo em treinamentos para as Olimpíadas, os treinos educativos sempre foram prioridade para mim.
Qual é o seu lazer preferido?
Gosto de sair para jantar, ficar com a família e pegar um cinema.
Que privações que um atleta tem no dia-a-dia? É difícil se adaptar?
Como em todo trabalho, temos que nos sacrificar durante determinadas horas. A adaptação, na verdade, não é tão difícil. Só é preciso ter muita disciplina e força de vontade. Eu nunca chegaria onde cheguei se não tivesse aberto mão de certas coisas. Muitas vezes deixei de sair à noite com meus amigos porque tinha treino no dia seguinte.
Sua família sempre o apoiou?
Desde quando comecei, aos dez anos, tive o apoio dos meus pais.
Você acha que os pais, hoje, incentivam os filhos a praticar algum esporte?
Acho que o esporte sempre está na cabeça dos pais. Mas, é preciso que eles tenham tranqüilidade para não exagerarem na cobrança, e deixarem as crianças livres para escolherem o esporte.